AVELOZ

AVELOZ
Euphorbia tirucalli
Nome científico
Euphorbia tirucalli L.
Família
Euphorbiaceae.
Outros nomes populares
almeidinha, árvore-de-são-sebastião, árvore-do-coral-de-são-sebastião, árvore-do-lápis, avelós, cassoneira, cega-olho, coral-de-são-sebastião, coral-verde, coroa-de-cristo, dedinho, dedo-de-diabo, dente-de-cão, espinho-de-Cristo, espinho-de-judeu, espinho-italiano, graveto-do-diabo, labirinto, mata-verrugas, pau-pelado, pinheirinho, pau-liso, pau-sobre-pau; solitärpflanze (alemão), árbol de los dedos (espanhol), petroleum plant (inglês), euphorbea (italiano).
Constituintes químicos
óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, resina, diterpenos do tipo tigliano (ésteres de forbol) e ingenano (ésteres de ingenol), 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E )-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3Â’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina; tirucalol.
Propriedades medicinais
látex: antiescorpiônico e ofídio (uso interno), anti-reumático, antiasmático, antiespasmódico, antibiótico, antibacteriano, antivirótico, anti-sifílico, cáustico, cauterizante de verrugas, expectorante, fungicida, purgativo, resolutivo (no tratamento de carcinomas e epiteliomas benignos), rubefaciente, vulnerária.
Indicações
verruga, calo, câncer, sífilis, tumor canceroso e pré-canceroso, neoplasias neuralgia, cólica, asma e gastralgia.
Parte utilizada
látex retirado dos ramos.
Contra-indicações/cuidados
doses elevadas são tóxicas e podem coagular o sangue. O látex é irritante e cáustico à pele. Se o látex atingir os olhos, pode destruir a córnea. Por ser altamente caústico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar hemorragia. Ésteres de forbol são estudados como agentes promotores de tumor, induzindo a formação do linfoma de Burkitt e carcinoma nasofaringeo.<br>O uso excessivo pode provocar: intensa queimação; pálpebras inchadas; dor ardente do globo ocular; visão borrada; erosão do epitélio córneo; acuidade visual diminuída; fotofobia e cegueira temporária. Pode ser até letal.
Modo de usar
<br>- Uso interno: <br>. diariamente, durante uma semana, em um copo de água (200ml) acrescentar 1 gota do látex. Dividir a água em 3 doses. Beber uma dose pela manhã, outra ao meio dia e a última à noite. Na segunda semana passar para 2 gotas de látex (em um copo de água), na semana seguinte passar para 3 gotas e na 4.a semana usar 4 gotas;<br>. 6 gotas de látex do aveloz em 2 litros de água. Tomar um copo 3 vezes ao dia;<br>. 1 gota de látex em 1 copo de água. Tomar 1 colher (sopa) a cada hora.<br>Preparar somente no momento de usar.<br>- Uso externo:<br>. dores reumáticas: passar o leite diluído 2 a 3 vezes ao dia;<br>. verruga e calo: pingar 1 gota do látex.
Algumas espécies dos gêneros

AVENCA

AVENCA
Adiantum capillus-veneris
Nome científico
Adiantum capillus-veneris L.
Família
Pteridaceae.
Outros nomes populares
avenca-comum, avenca-do-canadá, cabelo-de-vênus. Culantrillo (espanhol); capillaire (francês); maidenhair (inglês); capelvenere (italiano).
Constituintes químicos
óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, resina, diterpenos do tipo tigliano (ésteres de forbol) e ingenano (ésteres de ingenol), 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E )-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3Â’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina; tirucalol.
Propriedades medicinais
adstringente, antiasmática, antibacteriana, antidiarréica, antidisentérica, antiinflamatória, antioxidante, anti-seborréica, antitussígena, antiviral, aperiente, balsâmica, béquica, cardiotônica, colagoga, colerética, demulcente, depurativo, desintoxicante, diaforético, digestiva, diurético, emenagogo, emoliente, estimulante, expectorante, hemostática, hepática, hepatoprotetora, hipocolesterolêmica, hipoglicemiante, hipotensiva, laxante, peitoral, sudorífera, tônico.
Indicações
afecções catarrais das vias respiratórias, aparelho respiratório, aperiente, asma, bexiga, bronquite, catarro, caspa, debilidade das parturientes, dismenorréia, distúrbios do ovário e da bexiga, dor, dores menstruais, dores reumáticas, esclerose, febre, fígado, hepatite, hidropisia, inflamação do baço, laringite, peitoral, picada de cobra, picada de aranha, pulmão, queda de cabelo, regular a menstruação, resfriado, respiração, ressecamento da garganta, rouquidão, tórax, tosse, verrugas.
Parte utilizada
folhas e rizomas.
Contra-indicações/cuidados
não encontrados na literatura consultada.
Modo de usar
<br>- infusão ou decocção: <br>- 5%, 50 a 200ml/dia; <br>- 1 parte de folha: 100 partes de água. Tomar 8 a 10 colheres das de sopa por dia, meia hora antes das refeições; <br>- 1 xícara das de cafezinho em 1 litro de água. Tomar 2 a 4 xícaras ao dia;<br>- infusão de 20 g de folhas em meio litro de água fervente, deixar esfriar e filtrar. Adoçar com mel, tomando-o, em duas vezes, durante o dia: catarro bronquial, gripe, tosse;<br>- decocção de 25 g de folhas de avenca, 20 g de raiz de polígala, 20 g de sumidades floridas de marroio e 15 g de alcaçuz. Ferver, por 15 minutos, em três litros de águas, Filtrar, deixar esfriar e adoçar com mel. Tomar três ou quatro xícaras durante o dia, longe das refeições: catarro bronquial, gripe, tosse;<br>- decocção de 100 g de avenca seca em um litro de água, por meia hora. Filtrar o líquido e empregá-lo em fricções diárias no couro cabeludo: evitar calvície, caspa, queda de cabelo;<br>- xarope. Macerar 30 g de folhas de avenca em meio litro de água. Deixar no mínimo três horas, coar em guardanapo, apertar bem as folhas para sair todo o líquido. Adicionar o dobro do peso do líquido de açúcar ou mel, aquecer em banho-maria até a dissolução completa. Acrescentar, finalmente, 30 g de água de flor de laranjeira e consumir o xarope em colheradas, diversas vezes ao dia (20 a 100ml/dia): rouquidão;<br>- extrato fluido: 210ml/dia;<br>- tintura: 10 a 50ml/dia. Tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas; Passar em verrugas três vezes ao dia.
Algumas espécies dos gêneros

AZEDINHA

AZEDINHA
Rumex acetosa
Nome científico
<i>Rumex acetosa</i> L.
Família
Polygonaceae.
Outros nomes populares
língua-de-vaca, azedeira, azeda-comum.
Constituintes químicos
Propriedades medicinais
ácida, adstringente, diurética, laxante, reconstituinte, refrigerante.
Indicações
anemia, anorexia, bócio exoftálmico, diarréia, erupção cutânea infecciosa, escorbuto, fígado, furúnculo, linfatismo, purificar o sangue, rins, sangue, tirar a sede, úlcera da boca, vias urinárias.
Parte utilizada
Contra-indicações/cuidados
Modo de usar
Algumas espécies dos gêneros

OLIVA

OLIVA
Olea europaea
Nome científico
Olea europaea L.
Família
Oleaceae.
Outros nomes populares
azeitona, oliveira, olive (inglês, francês), oliva (espanhol), olivo (italiano), ölbaum (alemão).
Constituintes químicos
apigenina, arabinose, catequina, cinchonina, colina, elenolida, esculina, escutelina, estrona, glicerol, kaempferol, luteolina, l-olivil, olivina, pectina, quercetina, quinona, saponina, ß-sitosterol, taninos, uvaol, verbascosídeo.
Propriedades medicinais
adstringente, anti-reumática, anti-séptica, antiálgica, antiasmática, antiinflamatória, antilítica, broncodilatadora, colagoga, depurativa, diurética, emoliente, espasmolítica, hipocolesterogênica, hipoglicemiante, hipotensora, laxante, aromática, nutritiva, restauradora, vermífuga, vulnerária.
Indicações
asma, algias, colite, constipação, enterite, erupções cutâneas, estomatite, gastrite, gota, hipertensão arterial, pedras nos rins, queimaduras, toxinas no sangue, reumatismo, vermes intestinais.
Parte utilizada
frutos, folhas.
Contra-indicações/cuidados
não usar na gravidez.
Modo de usar
<br>- azeitona verde: adstringente.<br>- azeitona preta: laxante.
Algumas espécies dos gêneros

Artemísia

Artemisia annua
Nome científico
Artemisia annua L.
Família
Asteraceae.
Outros nomes populares
erva-de-são-joão.
Constituintes químicos
Propriedades medicinais
antiinflamatória, antiepilética, antiespasmódica, calmante, digestiva, diurética, relaxante da pele, sedativa, tônico p/ circulação, vermífuga (lombrigas e oxiúros).
Indicações
anemia, cólica abdominal, debilidade estomacal, diarréia, dismenorréia, dores reumáticas, espasmo, icterícia, inflamação, inflamação dos intestinos, nevralgia, vermes (lombriga, oxiúro).
Parte utilizada
Folhas e flores.
Contra-indicações/cuidados
lactantes, mulheres grávidas e menstruadas.
Modo de usar
– infusão de duas colheres das de sopa da erva para 1 litro de água. Tomar no máximo três xícaras por dia;- suco das folhas em fricções: artralgias e dores reumáticas.

AZEVINHO

AZEVINHO
Ilex aquifolium
Nome científico
Ilex aquifolium L.
Família
Aquifoliaceae.
Outros nomes populares
azevim, azevinho-espinhoso, espinha-sempre-verde, zebro, pica-folha, pica-rato, visqueiro, aquifólio, teio, vidreiro (Portugual), acedo, congonha (Argentina), stechpalme, stechhülse (alemão), acebo, arbre de visc, arbre de mal fruit, grèvol, coscoll de vesc (catalão); agrifoglio (italiano).
Constituintes químicos
saponinas, compostos fenólicos, terpenóides, steróides, alcalóides, antocianinas.
Propriedades medicinais
folhas: adstringentes, tônicas, amargas, suoríficas, febrífugas, antiatríticas. Fruto: purgativo.
Indicações
distúrbios hepáticos, dispepsia, histeria, febre, cólicas, enfermidades do estômago e intestinos, reumatismo. Nota: dizem que seu efeito analgésico para dores de estomágo e intestinos é superior ao da morfina, beladona e cocaína.
Parte utilizada
folhas, rizoma, casca, fruto.
Contra-indicações/cuidados
a ingestão de bagas pode causar náusea, vômitos, dor abdominal e diarréia, estupor, sonolência. Há casos letais em literatura mais velha, porém nenhuma em literatura recente. Os primeiros sintomas de intoxicação são gastrointestinais, tais como: vômitos, diarréia, cólicas abdominais. Há literatura que afirma que de 20 a 30 frutinhas podem ser mortais para um adulto. As folhas também são venenosas.
Modo de usar
– Infusão de um punhado de rizoma de azevinho em um litro de água: ferver, por dois minutos. Deixar em repouso por dez minutos, antes de filtrar. tomar à vontade: aperitivo, diurético. – Infusão de 30 g de folhas em 1 litro de água: sudorífico, febrífugo. – infusão de 20 g de folhas em um litro de água. Tomar 4 a 5 xícaras por dia. Febres intermitentes nas gripe, enfermidades infecciosas (sarampo, escarlatina, etc.), no reumatismo. – Decocção de 30 g de casca de azevinho em um litro de água. Beber aos pouquinho durante o dia: febre. – Decocção de 30 g de casca de azevinho em 250 ml de água: Beber em três ou quatro vezes durante o dia: fígado, histeria, diurético, sedativo, hipotensor, asma e epilepsia. – Pó de 2 a 5 g de bagas: purgativo.

MATRICÁRIA

Chrysanthemum parthenium
Nome científico
Chrysanthemum parthenium (L.) Bernh.
Família
Asteraceae.
Outros nomes populares
artemigem-dos-jardins, artemijo, artimijo, camomila-pequena, macela-da-serra, macela-do-reino, margaridinha, matricária, monsenhor-amarelo, piretro-do-cáucaso, artemísia dos ervanários, artemísia romana.
Constituintes químicos
óleo essencial (cetona, partenolides, germacronolides, guaianolides, sesquiterpenos clorados), álcool tugílico, felandreno, cadineno, proazuleno, flavona, princípio amargo (absintina).
Propriedades medicinais
antileucorréica, antiespasmódica, aperiente, calmante, carminativa, emenagoga, estomáquica, febrífuga, inseticida, insetífuga.
Indicações
enxaqueca, perturbações gástricas, insônia, males do coração e dos nervos, febres baixas, picada de mosquito, abelha e borrachudo, artrite, diarréia, dor de cabeça, leucorréia, anemia, cólica, atonia do útero, afecções gástricas, debilidade do estômago, enterite, epilepsia, flatulência, gastrite, hidropisia, icterícia, nervosismo, nevralgia, reumatismo.
Parte utilizada
flores, folhas, raízes.
Contra-indicações/cuidados
pode causar o aborto.
Modo de usar
<br>- infusão: 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em uma xícara das de chá com água. 1 a 3 xícaras ao dia.<br>- folhas frescas: comer diariamente de 3 a 5 folhas no pão, para reduzir enxaquecas.<br>- epilepsia: misturar 150 mgl de pó da raiz seca em 30 g de açúcar. Administrar o preparo 4 vezes ao dia.
Algumas espécies dos gêneros

ÁSARO

Asarum europaeum
Nome científico
Asarum europaeum L.
Família
Aristolochiaceae.
Outros nomes populares
ásaro haschwurz (alemão); assaret (francês); asarum, asarabacca, hazlewort, wild nard (inglês); asaro (italiano).
Constituintes químicos
– raiz: óleo volátil, asaron (cânfora de asarum C20H26O5), asarit, asarin (asarone, pinene e eugenol-metil-éter), resina, amido, glúten, albumina, vários sais, etc.
– folhas: asarin, ácido tânico, ácido cítrico, clorofila.<

Nota: asarum e asarit, têm a mesma composição química, diferindo nas propriedades físicas.

Propriedades medicinais
excitante, expectorante;
raiz: diurético, emético;
Folhas: purgativa, catártica, emético, errina.
Indicações
afecções do cérebro, olhos, face e garganta; apoplexia, bronquite, coqueluche, dermatoses, dor de cabeça persistente, dor de dente, enfermidades gastrintestinal, febre intermitente, oftalmia; paralisia da boca e língua; produzir vômitos, tosse.
Parte utilizada
folhas, raiz.
Contra-indicações/cuidados
é muito perigoso para ser usado sem supervisão médica.
Produz irritação nasal, seguida por secreções livres.
Modo de usar
Não ferva esta erva. Ferver diminui as suas propriedades.
– folhas secas e reduzidas a pó aspiradas pelas narinas: dores de cabeça persistente;
– infusão de um punhado de folhas frescas de ásaro em um litro de água fervente. Coar, adoçar e tomar 50 ml por vez, durante o dia: tosse seca;
– infusão: colocar sete folhas fresca de ásaro, 2 g de raízes em uma xícara de água quente. Coar e beber em seguida: vômito.
– tintura interiormente é estimulante em doses de 0,5g; emético 2 ml a 4 ml.
Algumas espécies dos gêneros

ASPARGO

ASPARGO
Asparagus officinalis
Nome científico
Asparagus officinalis L.
Família
Liliaceae.
Outros nomes populares
espargo, melindre, aspargo-hortense; spargel (alemão); esparraguera (espanhol); asperge (francês); asparagus (inglês); asparago (italiano).
Constituintes químicos
<br>- raiz: óleo volátil, asaron (cânfora de asarum C20H26O5), asarit, asarin (asarone, pinene e eugenol-metil-éter), resina, amido, glúten, albumina, vários sais, etc.;<br>- folhas: asarin, ácido tânico, ácido cítrico, clorofila.<br><br>Nota: asarum e asarit, têm a mesma composição química, diferindo nas propriedades físicas.
Propriedades medicinais
adstringente, antiinflamatória, diurética, estimulante, laxante, remineralizante, sedativa.
Indicações
acalmar palpitações, acne, afecções do coração, asma, baço, cicatrizar pequenos ferimentos, distúrbio cardíaco, estimular o crescimento dos cabelos, estômago, evitar vômito, fígado, hidropsia, hipertrofia do coração, icterícia, inchaços do fígado e do baço, mau funcionamento dos rins, obstruções das vísceras abdominais, palpitações.
Parte utilizada
sementes, raízes, brotos.
Contra-indicações/cuidados
não empregado quando de inflamação das vias urinárias, pois irrita as membranas da mucosa; deve ser evitado por pessoas que sofrem de blenorragia, de afecções das vias urinárias, exceto em casos de cálculos urinários, gota, litíase e reumatismo; pessoas com histeria, pois pode causar agitação e insônia; não ingerir os frutos pois contém grande concentração de saponinas tóxicas.<br>Pode precipitar uma crise de gota; as brotações, se comidas cruas, podem desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis.
Modo de usar
<br>- raiz: obstruções das vísceras abdominais, mau funcionamento dos rins e icterícia;<br>- sementes: inchaços do fígado e do baço e para evitar vômito;<br>- decocção das raízes: diuréticas e sedativas, doenças do fígado, do baço e do estômago, hidropisias, distúrbios cardíacos, hipertrofia do coração, acalmar palpitações;<br>- extrato: 1 a 4 g por dia: diurético;<br>- xarope: moer uma porção de pontas de aspargo frescas e decantar o sumo, filtrar em papel adequado. Adicionar um quilo e meio de açúcar para cada quilo de sumo, deixar cozinhar em banho-maria até adquirir a consistência de xarope. Conservar em garrafas hermeticamente fechadas, tomando 5 colheres, das de sopa, pela manhã e à noite: diurético;<br>- decocção de 50 g de raízes de aspargo em um litro de água, deixar em repouso até esfriar. Tomar três cálices por dia, entre as refeições principais, sem adoçar: doenças do coração;<br>- decocção de 40 g de raízes de aspargo em três quartos de litro de água. Beber pela manhã, em jejum, e durante todo o dia: hidropisia, obesidade, pessoas nervosas e excitáveis, diurético, sedativo; afecções do fígado, estômago e rins; palpitações cardíacas.
Algumas espécies dos gêneros